Uma família feliz
Bibliografia no nextread
9 obras de Raphael Montes em português, com capa, sinopse e o que ler depois de cada uma.
Esta é a obra de Raphael Montes que o catálogo do nextread cobre em português — de 2014 a 2025 — reunida em um só lugar: cada livro com capa, sinopse completa e, quando existe, a lista do que ler depois dele.
Uma família feliz
Em Uma família feliz, o mestre do suspense Raphael Montes desbrava as tensões das relações familiares e do mundo de aparências de um condomínio perfeito, em uma trama complexa sobre infância e maternidade. Do autor da novela "Beleza Fatal", da Max e criador da série original Netflix "Bom dia, Verônica". Eva tem a vida perfeita. Seu marido é um jovem advogado em ascensão. Suas filhas gêmeas são lindas, inteligentes e saudáveis. Seu trabalho, a arte reborn, é um sucesso na internet. À sua volta, t...
A obra
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Em Uma família feliz, o mestre do suspense Raphael Montes desbrava as tensões das relações familiares e do mundo de aparências de um condomínio perfeito, em uma trama complexa sobre infância e maternidade. Do autor da novela "Beleza Fatal", da Max e criador da série original Netflix "Bom dia, Verônica". Eva tem a vida perfeita. Seu marido é um jovem advogado em ascensão. Suas filhas gêmeas são lindas, inteligentes e saudáveis. Seu trabalho, a arte reborn, é um sucesso na internet. À sua volta, tudo está à mão: o Blue Paradise, condomínio fechado de classe média-alta na Barra da Tijuca, oferece todo tipo de serviço para que ela não precise sair do conforto de seu lar. Eva tem a vida perfeita — até descobrir que está grávida e seu mundo virar de cabeça para baixo. Conhecido por seus suspenses de tirar o fôlego, com mais de 500 mil exemplares vendidos, Raphael Montes inova ao começar este thriller psicológico pelo último capítulo. Assim, como uma bomba-relógio prestes a detonar, acompanhamos os caminhos surpreendentes e as tensões que levam essa família feliz a um final avassalador. Uma história original de Raphael Montes deu origem ao livro e ao longa-metragem Uma família feliz, com Grazi Massafera e Reynaldo Gianecchini e direção de José Eduardo Belmonte. "Um thriller que coloca o dedo na ferida das famílias idealizadas." — Vera Iaconelli "Um suspense arrebatador! Eva é uma personagem complexa, vive no fio da navalha sob expectativas sociais tentando equilibrar as exigências da maternidade e as pressões de uma vida de aparências. Sem dúvida, muitas mulheres vão se identificar. Essa história me arrepiou desde o primeiro momento!" — Grazi Massafera
Ilustrações coloridas dão vida a romance com elementos de horror gótico e suspense. Do criador da série original Netflix "Bom dia, Verônica". Em 1589, o padre e demonologista Peter Binsfeld fez a ligação de cada um dos pecados capitais a um demônio, supostamente responsável por invocar o mal nas pessoas. É a partir daí que Raphael Montes cria sete histórias situadas em um vilarejo isolado, apresentando a lenta degradação dos moradores do lugar, e pouco a pouco o próprio vilarejo vai sendo dizimado, maculado pela neve e pela fome. As histórias podem ser lidas em qualquer ordem, sem prejuízo de sua compreensão, mas se relacionam de maneira complexa, de modo que ao término da leitura as narrativas convergem para uma única e surpreendente conclusão.
Quatro amigos alugam um apartamento de luxo no Rio de Janeiro, no bairro de Copacabana, achando que têm o mundo inteiro a seus pés. Dante trabalha como vendedor numa livraria e estuda Gestão de Empresas; Leitão, um jovial hacker, prefere passar o tempo a relaxar com videojogos e a comer; Miguel, o mais sério do grupo, é estagiário de Medicina; e Hugo, um aspirante a cozinheiro, dono de uma vaidade ilimitada. Porém, nada lhes corre como haviam planeado e acabam endividados. Para resolver o problema, começam a organizar jantares exclusivos... com uma ementa que ultrapassa, em muito, os limites do que podem ser considerados alimentos... E os quatro amigos rapidamente descobrem que, pobres ou ricos, negros ou brancos, velhos ou jovens, somos todos igualmente maldosos. Com visitas a matadouros clandestinos, reuniões excêntricas e uma vertiginosa espiral de crimes, Jantar Secreto combina emoção e humor negro num enredo absolutamente hipnótico.
Uma aventura do Esquadrão Zero
A cada truque de mágica, um crime. Em seu primeiro livro juvenil, o mestre do suspense Raphael Montes nos apresenta ao Esquadrão Zero — um grupo de jovens detetives que vai encarar uma investigação repleta de perigos e reviravoltas. No mundo da mágica, nem tudo é o que parece. Pedro sabe disso muito bem, afinal, sempre foi fascinado por ilusionismo. Só não imaginava que ia entrar para valer nesse universo por causa de um crime terrível. Depois que seu melhor amigo é vítima de um mágico sinistro, Pedro decide encontrar o culpado a qualquer custo. Assim, o garoto reúne Pipa, Analu e Miloca, seus amigos de escola, para formar o Esquadrão Zero — e juntos desvendarem o caso. Não demora para o criminoso fazer novas vítimas, sempre utilizando números de mágica famosos. Em uma corrida contra o tempo, os quatro jovens investigadores terão de cruzar a cidade numa aventura que envolve ilusionistas excêntricos, livros eletrizantes e um castelo imponente. Será que o grupo conseguirá descobrir quem é o mágico assustador antes que ele realize seu próximo truque? Indicado para leitores a partir de 10 anos. "Um suspense mais intrincado do que um quebra-cabeça montado pelo avesso." — Pedro Bandeira "Com escrita fluida e magnética, Raphael Montes fez um thriller adolescente com tudo a que tem direito: morte, suspense e muita, muita mágica." — Thalita Rebouças
Sombrio e claustrofóbico, Dias perfeitos narra uma história de amor obsessivo e paranoico que consolida Raphael Montes como uma das mais gratas surpresas da literatura nacional. Do autor da novela "Beleza Fatal", da Max e criador da série original Netflix "Bom dia, Verônica". Aos 20 anos, o carioca Raphael Montes impressionou crítica e público com Suicidas, um caudaloso romance policial que lhe garantiu vaga entre os dez finalistas do prêmio São Paulo de Literatura na categoria autor estreante. Após ler seu primeiro livro, Scott Turow, um dos autores policiais de maior prestígio no mundo, disse que Raphael está "entre os mais brilhantes ficcionistas jovens" da atualidade. "Ele certamente redefinirá a literatura policial brasileira e vai surgir como uma figura da cena literária mundial." Agora, aos 23 anos, ele lança seu segundo livro, Dias perfeitos, romance que confirma seu talento e certamente vai expandir sua já considerável cota de fãs. O protagonista do livro é Téo, um jovem e solitário estudante de medicina que divide seu tempo entre cuidar da mãe paraplégica e dissecar cadáveres nas aulas de anatomia. Num churrasco a que vai com a mãe contrariado, Téo conhece Clarice, uma jovem de espírito livre que sonha tornar-se roteirista de cinema. Clarice está escrevendo um road movie de nome "Dias perfeitos". O texto ainda está cru, mas ela já sabe a história que quer contar: as desventuras de três amigas que viajam de carro pelo país em busca de experiências amorosas. Téo fica viciado em Clarice: quer desvendar aquela menina diferente de todas que conheceu. Começa, então, a se aproximar de forma insistente. Diante das seguidas negativas, opta por uma atitude extrema: desfere um golpe na cabeça dela e, ato contínuo, sequestra a garota. Elabora então um plano para conquistá-la: coloca-a sedada no banco carona de seu carro e inicia uma viagem pelas estradas do Rio de Janeiro - a mesma viagem feita pelas personagens do roteiro de Clarice. Passando por cenários oníricos, entre os quais um chalé em Teresópolis administrado por anões e uma praia deserta e paradisíaca em Ilha Grande, o casal estabelece uma rotina insólita: Téo a obriga a escrever a seu lado e está pronto para sedá-la ou prendê-la à menor tentativa de resistência. Clarice oscila entre momentos de desespero e resignação, nos quais corresponde aos delírios conjugais de seu sequestrador. O efeito é tão mais perturbador quanto maior a naturalidade de Téo. Ele fala com calma, planeja os atos com frieza e justifica suas decisões com lógica impecável. A capacidade do autor de explorar uma psique doentia é impressionante - e o mergulho psicológico não impede que o livro siga um ritmo eletrizante, digno dos melhores thrillers da atualidade.
PRÊMIO JABUTI DE MELHOR ROMANCE DE ENTRETENIMENTO DE 2020. Um crime brutal cometido há vinte anos, uma única sobrevivente, o retorno calculado do assassino. Em quem Victoria deve confiar? Neste thriller psicológico, Raphael Montes une romance e suspense em uma narrativa intrincada e sedutora. Do autor da novela "Beleza Fatal", da Max e criador da série original Netflix "Bom dia, Verônica". Victoria Bravo tinha quatro anos quando um homem invadiu sua casa e matou sua família a facadas, pichando seus rostos com tinta preta. Única sobrevivente, ela agora é uma jovem solitária e tímida, com pesadelos frequentes e sérias dificuldades para se relacionar. Seu refúgio é ficar em casa e observar a vida alheia pelas janelas do apartamento onde mora, na Lapa, Rio de Janeiro. Mas o passado bate à sua porta, e ela não sabe mais em quem pode confiar. Obrigada a enfrentar sua própria tragédia, Victoria embarca em uma jornada de amadurecimento e descoberta que a levará a zonas obscuras, mas também revelará as possibilidades do amor. Um psiquiatra, um amigo feito pela internet e um possível namorado — qual dos três homens está usando tudo o que sabe para aterrorizar a vida de Vic? E o que afinal ele quer com ela? Na literatura nacional, Raphael Montes é unanimidade quando se trata de livros de suspense. Uma mulher no escuro traz sua primeira protagonista feminina e confirma o autor como um dos mais originais da atualidade — além de deixar o leitor intrigado do começo ao fim.
Há heróis saídos de poemas épicos gregos. Heróis mascarados que combatem o crime usando uniformes de lycra. Heróis que conquistam o mundo fantástico com uma cicatriz na testa e uma varinha na mão. Mas há também os heróis urbanos que vagam invisíveis pelas metrópoles, resolvendo e criando problemas com seus reles poderes humanos. São assim, desprovidos de capas e codinomes marcantes, os personagens de Heróis urbanos que ganham vida em contos de linguagem nua e crua, evocando todo o rigor das cidades. São múltiplos e anônimos, alguns de moralidade tão cinza quanto prédio de concreto, outros puros salvadores. Uma cabelereira que lida com o surgimento de um serial killer na favela; uma garota precoce que gerencia um comércio inusitado na escola; um pai de santo que não deixa o destino nas mãos dos orixás; um pária social que se reinventa a partir de boatos de sua bravura. Esses protagonistas de Heróis urbanos, coletânea assinada por jovens e veteranos da ficção brasileira, colocam em xeque o bom e o mau, o certo e o errado, o heroísmo e a vilania. Unem o lúdico ao concreto, desconstruindo o arquétipo do herói tão presente na cultura pop. Em seu lugar, oferecem personagens cheios de dimensão e de fácil identificação. Não importa se eles são os heróis que o povo precisa ou merece; são os heróis que existem. Ou não.
Ainda antes de o mundo sonhar com o terrível jogo da baleia azul, que leva jovens a tirar a própria vida, ou que a série de televisão Thirteen Reasons Why se tornasse conhecida, Raphael Montes, então com 22 anos, já tratava do tema do suicídio entre jovens, com a ousadia que virou a sua marca registada. Neste seu primeiro livro, que a Cultura edita depois dos sucessos Jantar Secreto e Uma Família Feliz, conhecemos a história de Alê e seus companheiros, jovens da elite do Rio de Janeiro encontrados mortos na quinta de um deles em condições que indiciam que os nove amigos haviam participado num jogo de roleta-russa. O que terá levado aqueles adolescentes, aparentemente felizes e privilegiados, a tirar a própria vida? A inspetora Diana Guimarães terá de juntar as peças de um puzzle sangrento e de convocar as mães dos suicidas para compreender o que aconteceu. Do autor de Beleza Fatal e de Bom Dia, Verônica, séries da Max e da Netflix.
Clássicos do medo reinventados por quatro dos mais populares escritores contemporâneos brasileiros, para noites de sustos, terror e gritos. Raphael Draccon, Carolina Munhoz, Frini Georgakopoulos e Raphael Montes se uniram neste livro para dar nova roupagem às histórias que já conhecemos. Frankenstein vive, e está numa favela do Rio. Rumores indicam que Drácula pode ser o dono de uma nova e badalada boate. Em uma faculdade de artes, há uma lenda que diz que um fantasma ajuda belas jovens a cantar. Um mistério ronda a vida de um dentista e pai de família que está prestes a descobrir seu lado mais monstruoso.
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