Casa de alvenaria – Volume 1: Osasco
Bibliografia no nextread
7 obras de Carolina Maria de Jesus em português, com capa, sinopse e o que ler depois de cada uma.
Esta é a obra de Carolina Maria de Jesus que o catálogo do nextread cobre em português — de 1983 a 2023 — reunida em um só lugar: cada livro com capa, sinopse completa e, quando existe, a lista do que ler depois dele.
Casa de alvenaria – Volume 1: Osasco
O primeiro lançamento dos diários de Carolina Maria de Jesus registra os meses em que a escritora morou em Osasco (SP), em 1960. Edição ampliada e integral, com conteúdo inédito e introdução de Conceição Evaristo e Vera Eunice de Jesus. Com edição integral, ampliada com conteúdo inédito e refeita a partir dos manuscritos originais da autora, este primeiro volume de Casa de alvenaria abarca os meses em que Carolina Maria de Jesus morou em Osasco (SP), em 1960, após deixar a favela do Canindé. Atr...
A obra
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O primeiro lançamento dos diários de Carolina Maria de Jesus registra os meses em que a escritora morou em Osasco (SP), em 1960. Edição ampliada e integral, com conteúdo inédito e introdução de Conceição Evaristo e Vera Eunice de Jesus. Com edição integral, ampliada com conteúdo inédito e refeita a partir dos manuscritos originais da autora, este primeiro volume de Casa de alvenaria abarca os meses em que Carolina Maria de Jesus morou em Osasco (SP), em 1960, após deixar a favela do Canindé. Através deste testemunho precioso que borra as fronteiras dos gêneros literários, acompanhamos a recepção de Quarto de despejo, as viagens de divulgação, o contato frequente com a imprensa e os políticos, o desenvolvimento de seu projeto literário e seu desejo de ser reconhecida como escritora. Dessa narrativa do cotidiano, entremeadas às contradições de seu tempo, emergem reflexões que permanecem mais atuais do que nunca. Eis aqui Carolina por completo, uma escritora brilhante e sem-par em nossa literatura, que desafiou todas as barreiras impostas por uma sociedade racista e desigual. Os volumes de Casa de alvenaria podem ser lidos de forma independente. "Ler Casa de alvenaria é penetrar no universo íntimo de uma das autoras mais instigantes da literatura brasileira." — da introdução de Conceição Evaristo e Vera Eunice de Jesus
Parte da coleção que publicará os diários integrais de Carolina Maria de Jesus, este segundo volume de Casa de alvenaria abarca o período em que a autora viveu no bairro de Santana, em São Paulo (SP), e inclui registros raros ou inéditos. Em dezembro de 1960, depois de deixar a favela do Canindé e morar brevemente em Osasco, Carolina Maria de Jesus comprou sua tão sonhada casa de alvenaria, em Santana, onde viveu antes de se mudar para um sítio em Parelheiros. Este segundo volume de Casa de alvenaria inclui diários que se estendem até dezembro de 1963, com conteúdo inédito ou fora de circulação há décadas. Através desses registros, acompanhamos a nova vida de Carolina, a movimentação em sua casa, as viagens e, sobretudo, a dificuldade de transpor as barreiras do racismo e da estigmatização para ser reconhecida como escritora. Feita a partir dos manuscritos originais de Carolina, esta nova edição é uma oportunidade de conhecer uma das maiores escritoras brasileiras na íntegra e por ela própria — seus sonhos, suas vontades, seu projeto literário e suas desilusões. O livro inclui introdução de Conceição Evaristo e Vera Eunice de Jesus e pode ser lido independentemente do volume anterior. "Ler Casa de alvenaria é penetrar no universo íntimo de uma das autoras mais instigantes da literatura brasileira." — da introdução de Conceição Evaristo e Vera Eunice de Jesus
Romance
"Somos escravos de tudo que desêjamos possuir. Ninguem é livre neste mundo." Neste romance inédito, Carolina Maria de Jesus apresenta uma história de amor e desilusão entre dois jovens de classes sociais distintas. Uma das mais importantes escritoras brasileiras, Carolina Maria de Jesus deixou, além dos cadernos autobiográficos, uma vasta produção literária dos mais diversos gêneros, que ainda permanece amplamente desconhecida. Em O escravo, romance inédito escrito na década de 1950, conhecemos a verve ficcionista da autora de Quarto de despejo e Casa de alvenaria. Os protagonistas dessa história são os primos Rosa e Renato, que, embora apaixonados, acabam seguindo caminhos distintos, sobretudo por pressão da família abastada do rapaz. O texto é resgatado e estabelecido diretamente do manuscrito original, conservando o projeto literário e estético da autora, e acompanha prefácio de Denise Carrascosa e posfácio de Fernanda Silva e Sousa. "Carolina inventa o romance proverbial como forma literária experimental para reverter o olhar colonial racista que quer fazê-la Mãe Preta, olhar quem a olha e, na condição de Preta Mãe de nossa literatura, criar outras irradiações sonoras que subvertam a língua euro-ocidental, gerando reverberações entre vozes afroancestrais, a alcançar o abolicionismo de Maria Firmina dos Reis, e vozes do afrofuturo, como as poetas slam, que dão seguimento ao desafio." — do prefácio de Denise Carrascosa "Carolina constrói uma obra que pode ser tudo menos um romance ingênuo e maniqueísta [...] e retrata o universo da 'sala de visitas' e suas adjacências, marcado por interesses escusos, ambições desmedidas, expectativas irreais, sem, no entanto, subtrair a dimensão humana e ordinária das personagens." — do posfácio de Fernanda Silva e Sousa
A poesia de Carolina Maria de Jesus reunida por José Carlos Sebe Bom Meihy e publicada pela Editora UFRJ em 1996 — os versos da mulher que o mundo leu como diarista.
Fragmentos inéditos dos diários de Carolina Maria de Jesus, reunidos em 1996 por José Carlos Sebe Bom Meihy e Robert M. Levine: o que as edições dos anos 1960 de Quarto de Despejo e Casa de Alvenaria deixaram de fora.
diário de uma favelada
Diário que Carolina Maria de Jesus escreveu na favela do Canindé, em São Paulo, entre 1955 e 1960, enquanto criava três filhos catando papel para vender. Publicado em 1960 com apoio do jornalista Audálio Dantas, é um dos relatos mais lidos sobre a fome e a exclusão no Brasil.
Narrativa autobiográfica em que Carolina Maria de Jesus reconstrói a própria infância em Sacramento, no interior de Minas Gerais, pelo apelido de família que dá título ao livro. Reúne memórias da pobreza, do racismo cotidiano e da descoberta da leitura.
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