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O que ler depois de O filho eterno

5 livros parecidos com O filho eterno, escolhidos pelo motor de recomendação do nextread.

'O Filho Eterno', de Cristovão Tezza, é um romance autobiográfico que narra a relação entre um pai e seu filho com síndrome de Down, explorando temas como paternidade, aceitação e a busca por sentido. As recomendações a seguir partem dessa obra para mergulhar em narrativas que confrontam a fragilidade humana, a memória e a construção da identidade.

Nesta lista: 1. O filho de mil homens 2. Ensaio sobre a cegueira 3. O irmão alemão 4. Dois irmãos 5. A resistência

A partir deste livro
Capa de O filho eterno

O filho eterno

Cristóvão Tezza

2007 · 232 págs. · Fiction

Sobre O filho eterno

"Às vezes as coisas coincidem coma idéia que fazemos delas;às vezes nâo. Quase sempre nâo, mas ai o tempo jà passou, e entâo nos ocupamos de coisas novas, que se encaixam em outras familias de idéias. Ele nâo quis nem mesmo saber se serâ um filho ou uma filha: a mancha pesada da ecografia, aquele fantasma primitivo que se projetava na telinha escura, movendo-se na escuridâo e no calor, nâo se traduziu em sexo, apenas em ser. Preferimos nâo saber, foi o que disseram ao médico. Tudo està bem, pare...

As recomendações

5 livros parecidos com O filho eterno

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  1. Capa de O filho de mil homens

    O filho de mil homens

    Valter Hugo Mãe

    2024 · 197 págs.

    “O autor português aborda a paternidade de forma poética e intensa, explorando a ideia de que a família é uma construção afetiva. O livro narra a história de um homem que deseja ter um filho e acolhe um jovem, levantando questões sobre identidade e pertencimento, assim como a obra de Tezza.”

    Quinto romance de Valter Hugo Mãe, O filho de mil homens ganha novo projeto gráfico Em breve, a obra será adaptada pela Netflix, em um longa estrelado por Rodrigo Santoro O filho de mil homens , um dos romances mais celebrados de Valter Hugo Mãe, ganha uma edição especial com nova capa e pintura trilateral. Aclamado pela sensibilidade que é marca do autor, o livro conta com prefácio assinado pelo escritor Alberto Manguel e ganhará as telas pela Netflix, com Rodrigo Santoro no papel principal. Na narrativa, acompanhamos Crisóstomo, um pescador solitário que, ao completar quarenta anos, decide tecer seu próprio destino. Em Camilo, um jovem órfão, ele encontra o filho pelo qual sempre ansiou. Em Isaura, rejeitada por não ser virgem, descobre a chance de transcender e ser mais do que completo. Com personagens tão excêntricos quanto humanos, Valter Hugo Mãe constrói uma ode à singularidade e à força do amor incondicional. A história apaixonada de Crisóstomo é um convite para abraçar a estranheza que nos torna únicos e celebrar a capacidade do amor de preencher nossos vazios mais profundos.

  2. Capa de Ensaio sobre a cegueira

    Ensaio sobre a cegueira

    José Saramago

    1995 · 324 págs.

    “A obra-prima de Saramago explora a condição humana em situações extremas, expondo nossas fragilidades e solidariedades. A relação entre as personagens e a busca por dignidade em meio ao caos ressoam com os dilemas existenciais enfrentados pelo pai de 'O Filho Eterno'.”

    Als een land getroffen wordt door een besmettelijke blindheid, verandert het leven in een elementaire strijd op leven en dood.

  3. Capa de O irmão alemão

    O irmão alemão

    Chico Buarque

    2017 · 185 págs.

    “Neste romance, Chico Buarque investiga a memória familiar e a construção de identidade a partir de um possível irmão desconhecido. A narrativa em primeira pessoa e a busca por respostas sobre o passado dialogam com a introspecção de Tezza.”

    PRÉMIO CAMÕES 2019 Talvez o romance mais pessoal de Chico Buarque, em que o autor procura saber mais sobre um irmão desconhecido. Uma narrativa em que ficção e realidade se entrecruzam. Plano Nacional de Leitura Literatura - 15-18 anos - maiores de 18 anos Aos 22 anos, Chico Buarque descobriu que tinha um irmão alemão. Sergio Buarque de Holanda, reputado historiador e crítico literário, pai de Chico, vivera na Alemanha entre 1929 e 1930, enquanto correspondente de um jornal. A efervescente Berlim dos anos 30 serviu de cenário a um romance com uma mulher alemã, de quem teve um filho que nunca chegou a conhecer. Chamava-se Sergio Ernst. Quase cinco décadas depois da descoberta, Chico Buarque decidiu fazer da existência desse irmão - e do silêncio em torno dele - a matéria do seu próximo romance. Mas antes precisava de saber exactamente o que lhe acontecera. Dessa busca nasce este romance. Magistralmente conduzida por um narrador obsessivo, delirante, megalómano e profundamente solitário sem o querer ser, a narrativa enreda o leitor numa trama em que realidade e devaneio se confundem permanentemente. A páginas tantas, a busca de narrador e autor passa a pertencer igualmente ao leitor, também ele desesperadamente procurando esse irmão desconhecido. «E eu que nunca morri de amores por aquele irmão, eu que o teria trocado por um irmão alemão sem pestanejar, passei a me inquietar com a ameaça de ficar sem irmão nenhum.» Os elogios da crítica: «Chico Buarque escreveu, provavelmente, o romance da sua vida.» Fernando de Barros e Silva «Como uma dobradiça, o romance se desdobra em duas chapas de tamanho e forma semelhante - ora encaixado em fatos, nomes e documentos que prometem o real, ora erguido sobre as sombras não menos verdadeiras da imaginação. (...) Fantasmas - visões - se espalham pelas páginas. O que confere à literatura o caráter vital, ainda que assombrado, de máquina propagadora da realidade.» José Castello, O Globo «Como nos livros anteriores, encontram-se aqui qualidades do Chico Buarque escritor. Não há nenhuma palavra mal escolhida, nenhuma frase fora do ritmo,nenhum parágrafo a que falte estrutura ou concatenação, nenhum capítulo que não acabe no momento certo.» Marcelo Coelho, Folha de S. Paulo «O que mais me encanta neste livro não é bem a história, convincente e bem levada, mas a maneira como Chico a conta. (...) Mais do que contar uma história, articulando enredo e personagens, ele me parece comprazer-se na aventura de estar escrevendo, embarcado, para além da preocupação com gêneros literários, numa viagem pelo reino das palavras, cada uma delas meticulosamente garimpada e encastoada no texto.» Humberto Werneck, Estadão

  4. Capa de Dois irmãos

    Dois irmãos

    Milton Hatoum

    2006 · 202 págs.

    “Hatoum apresenta uma história de rivalidade e afeto entre irmãos, ambientada na Amazônia. A complexidade das relações familiares e a influência do passado no presente fazem deste livro uma leitura complementar à de Tezza.”

    Onze anos depois da publicação de Relato de um certo Oriente, Milton Hatoum retoma os temas do drama familiar e da casa que se desfaz. Dois irmãos é a história de como se constroem as relações de identidade e diferença numa família em crise. Leitura obrigatória do vestibular da Fuvest. O enredo desta vez tem como centro a história de dois irmãos gêmeos - Yaqub e Omar - e suas relações com a mãe, o pai e a irmã. Moram na mesma casa Domingas, empregada da família, e seu filho. Esse menino - o filho da empregada - narra, trinta anos depois, os dramas que testemunhou calado. Buscando a identidade de seu pai entre os homens da casa, ele tenta reconstruir os cacos do passado, ora como testemunha, ora como quem ouviu e guardou, mudo, as histórias dos outros. Do seu canto, ele vê personagens que se entregam ao incesto, à vingança, à paixão desmesurada. O lugar da família se estende ao espaço de Manaus, o porto à margem do rio Negro: a cidade e o rio, metáforas das ruínas e da passagem do tempo, acompanham o andamento do drama familiar. Prêmio Jabuti 2001 de Melhor Romance

  5. Capa de A resistência

    A resistência

    Julián Fuks

    2018 · 130 págs.

    “Vencedor do prêmio Jabuti, este romance acompanha um narrador que tenta reconstruir a história de seus pais, militantes políticos durante a ditadura. A reflexão sobre a memória e a herança familiar encontra paralelos com a obra de Tezza.”

    Prémio Literário José Saramago 2017 * Prémio Jabuti 2016 (categoria Romance) Uma obra que explora magistralmente os temas da identidade, da família e do sentimento de pertença, pela mão de uma das mais promissoras vozes da literatura brasileira contemporânea. Plano Nacional de Leitura Literatura - 15-18 anos O ano de 1976, na Argentina, ficou marcado pelo início da ditadura militar, de que resultaram, entre muitos outros horrores, centenas de crianças desaparecidas. Na sequência do golpe militar, um jovem casal de psicanalistas decide deixar as trincheiras da Resistência e exilar-se no Brasil, levando consigo uma criança que adoptaram entretanto. Em terras brasileiras, o primogénito adoptado ganha irmãos. À medida que a família cresce, complicam-se as relações e adensa-se o mistério da identidade do primeiro filho. Cabe a Sebastián, o filho mais novo do casal e narrador desta história, tentar compreender e reconstruir o passado da família para poder reescrever o seu futuro. Numa poderosa autoficção, Julián Fuks reconstrói a história íntima de uma família e de um país. Uma narrativa singular e engenhosa, em que emoção e inteligência andam de mãos dadas, em que facto e ficção não são exactamente o que aparentam. «Não sei bem se escolhi meu tema ou se fui escolhido por ele. Muito antes de arriscar a primeira linha já sabia que um dia teria que escrever este livro, já ouvia os sussurros da história, já compreendia que tarefa era a minha.» Julián Fuks Sobre A resistência: «Um objeto narrativo dos mais sólidos, que não procura ser invasivo ou indiscreto, mas acima de tudo intenta resistir ao que nos devasta: o esquecimento, a alienação e a inobservância do outro e de si.» Estadão «O narrador aprendeu com a psicanálise que a resistência pode ser o lugar onde emerge o que não se quer admitir ou enxergar. Daí a necessidade de não ceder diante dela. Ali, justamente, é onde se deve insistir. A literatura muitas vezes é a forma dessa insistência. Mas poderíamos pensar que a literatura também resiste: ela reproduz modelos identitários, reforça posições familiares, cristalizando relatos de si. (...) O irmão é o leitor que se imagina e se teme. O leitor que se enfrenta, corajosamente, como resistência ao silêncio.» O Globo «É com o seu Sebastián-Julián, 'narrador não confiável', no limite entre realidade e ficção, história e memória, que Fuks encontra na literatura a sua morada.» Folha de São Paulo «Essa presença evasiva e escorregadia do irmão, que resiste ao apelo familiar, uma resistência pela imobilidade, como nos dirá Sebástian, o narrador do romance, pode muito bem nos remeter ao irmão alemão de Chico Buarque, que também se torna um pretexto familiar para figurar um drama que transcende esse universo e toca os dedos na ferida ainda aberta de uma das mais violentas décadas da América Latina.» Valor Econômico

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Perguntas frequentes

Sobre esta lista

Quais livros são parecidos com O filho eterno?
O filho de mil homens (Valter Hugo Mãe), Ensaio sobre a cegueira (José Saramago), O irmão alemão (Chico Buarque), Dois irmãos (Milton Hatoum), A resistência (Julián Fuks). São 5 indicações do motor de recomendação do nextread, cada uma com o porquê de ler depois de O filho eterno.
Por que ler O filho de mil homens depois de O filho eterno?
O autor português aborda a paternidade de forma poética e intensa, explorando a ideia de que a família é uma construção afetiva. O livro narra a história de um homem que deseja ter um filho e acolhe um jovem, levantando questões sobre identidade e pertencimento, assim como a obra de Tezza.
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