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O que ler depois de O Cortiço

6 livros parecidos com O Cortiço, escolhidos pelo motor de recomendação do nextread.

O Cortiço, de Aluísio Azevedo, é um marco do Naturalismo brasileiro, retratando a formação de uma comunidade num cortiço do Rio de Janeiro, com suas misérias, paixões e lutas. Se você se interessou por essa visão crua da vida urbana, da exploração e das relações humanas, esta lista reúne livros que exploram temas semelhantes, com a mesma intensidade e crítica social.

Nesta lista: 1. O Mulato 2. Memórias de um sargento de milícias 3. A Normalista 4. O Ateneu 5. Vidas Secas 6. Quincas Borba

A partir deste livro
Capa de O Cortiço

O Cortiço

A vida no cortiço e a busca incessante por riqueza

Aluísio de Azevedo

2024 · 150 págs. · Fiction

Sobre O Cortiço

"O Cortiço", de Aluísio de Azevedo, é uma obra que explora a vida em um cortiço no Rio de Janeiro do século XIX, destacando a luta pela sobrevivência e a busca incessante por riqueza. A narrativa centra-se em João Romão, um português que, através de muito trabalho e astúcia, transforma uma pequena venda em um grande cortiço. Ele é obcecado por acumular bens e dinheiro, vivendo de forma extremamente econômica e explorando ao máximo as oportunidades ao seu redor. Ao seu lado está Bertoleza, uma es...

As recomendações

6 livros parecidos com O Cortiço

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  1. Capa de O Mulato

    O Mulato

    Aluísio Azevedo

    2020 · 331 págs.

    “Outra obra fundamental de Aluísio Azevedo, O Mulato aborda o preconceito racial e a hipocrisia social no Maranhão do século XIX. Assim como em O Cortiço, o autor usa o Naturalismo para denunciar injustiças e explorar os instintos humanos, oferecendo uma leitura densa e provocadora.”

    O jovem Raimundo retorna à sua cidade natal, São Luís, após se formar em Direito em Lisboa. Chegando no Maranhão, se instala na casa do tio Manuel, que cuidou dele na infância após ficar órfão. Ele visita a propriedade de seu pai e lá descobre alguns segredos ligados ao padre Diogo e ao destino fatídico de seus pais. Em meio as histórias do passado e buscando se estabelecer no Brasil, o jovem acaba se apaixonando pela prima, Ana Rosa, que o corresponde. Mas esse amor é proibido para a rígida sociedade escravista, pois Raimundo é filho de uma escrava, sua prima é de uma família conservadora e preconceituosa, que a prometeu a outro homem. As descobertas do advogado, preocupam o padre, que observando o desenrolar amoroso resolve interceder.

  2. Capa de Memórias de um sargento de milícias

    Memórias de um sargento de milícias

    Manuel Antônio de Almeida

    2024 · 273 págs.

    “Este romance do século XIX retrata o Rio de Janeiro de maneira popular e bem-humorada, mas com um olhar crítico sobre suas camadas sociais. A narrativa leve e cheia de personagens pitorescos lembra o ambiente movimentado de O Cortiço, mas com um tom mais malandro e divertido.”

    Quando o Brasil ainda estava sob as barbas do Império e as ruas do Rio de Janeiro eram tomadas por lamentos e comemorações de toda natureza, nascia, numa esquina qualquer, uma figura incendiária: o malandro. Eram os anos de 1852 e 1853 quando começou a surgir — aos poucos, em folhetins — uma obra que não apenas marcaria a literatura brasileira, mas se firmaria como um dos grandes símbolos antimoralismo do país. Era o Rio no tempo do rei, afinal de contas, mas nem só de pompa e circunstância se faz uma cidade. Memórias de um sargento de milícias é uma história de pessoas simples, cercadas de alegrias e desventuras. Na contramão do romantismo do século XIX, o romance expõe ângulos da sociedade até então nunca explorados tão intimamente: num ato corajoso para o padrão da época, as miudezas da vida cotidiana passam a ser vistas sob lentes de aumento, despidas de qualquer idealização, compondo um inquieto retrato de um Rio de Janeiro do passado. A edição da Antofágica conta com mais de 50 artes de Manuela Navas. O compositor e escritor Nei Lopes escreve uma apresentação sobre sua trajetória pessoal não apenas com o livro, mas com a cidade do Rio de Janeiro. Nos posfácios, Giovanna Dealtry, doutora em Letras pela PUC-Rio e professora do Instituto de Letras da UERJ, constrói um panorama sobre as dinâmicas narrativas e sobre o conceito de malandragem, e o escritor Sérgio Rodrigues discorre sobre a eterna juventude de Memórias de um sargento de milícias. Gabriela Mayer, jornalista e crítica literária, nos oferece um ensaio sobre as correlações entre literatura e o jornalismo, ofício primeiro de Manuel Antônio de Almeida. O QR Code na cinta direciona a duas videoaulas disponíveis no YouTube com Vinicius Barbosa, é mestre em História pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e idealizador do @latinaleitura nas redes sociais..

  3. Capa de A Normalista

    A Normalista

    Adolfo Caminha

    2015 · 146 págs.

    “Escrito por um autor naturalista contemporâneo de Aluísio Azevedo, este livro conta a história de uma jovem que vai para Fortaleza estudar e acaba exposta às misérias e abusos da sociedade. A visão crua e determinista assemelha-se à de O Cortiço, mostrando como o meio corrompe os indivíduos.”

    "A Normalista" from Adolfo Caminha. Escritor brasileiro, um dos principais autores do Naturalismo no Brasil (1867-1897).

  4. Capa de O Ateneu

    O Ateneu

    Raul Pompéia

    2014 · 184 págs.

    “Com um olhar crítico e quase sociológico, o romance narra a vida de um jovem num internato, revelando as hipocrisias e as disputas de poder da elite brasileira. O estilo detalhista e a análise psicológica aproximam esta obra do Naturalismo, oferecendo uma leitura intensa e reflexiva.”

    Publicado pela primeira vez em 1888, o livro conta a história de Sérgio, menino que é enviado para um colégio interno renomado da cidade do Rio de Janeiro, denominado Ateneu. Comandado pelo diretor Aristarco, o colégio mantém regras rígidas e princípios da aristocracia da época. A obra critica a sociedade brasileira do fi nal do século XIX, tomando como metáfora o colégio Ateneu, lugar onde vence sempre o mais forte.

  5. Capa de Vidas Secas

    Vidas Secas

    Graciliano Ramos

    2024 · 121 págs.

    “Este clássico do Modernismo brasileiro mostra a miséria e a seca no sertão nordestino, com uma linguagem seca e direta que lembra a objetividade naturalista. A luta pela sobrevivência de uma família de retirantes ecoa a luta dos moradores do cortiço, presos a um destino cruel que não controlam.”

    Vidas secas nos transporta para o sertão nordestino, mostrando a dura jornada humana na luta contra a seca e a pobreza, revelando as esperanças e os desafios enfrentados por Fabiano, Sinha Vitória e sua família. Com uma linguagem única, traz reflexões sobre a resiliência desse povo humilde que se depara com a esperança, enquanto busca um mínimo de dignidade em meio às adversidades cruéis da vida, e enfrentando desafios extremos – não só gerados pela seca avassaladora, mas também pela brutalidade da natureza humana. Esta obra-prima da literatura brasileira transcende o seu tempo e certamente fará com que você se emocione ao conhecer a jornada de personagens comoventes e também marcantes que não sairão mais da sua mente.

  6. Capa de Quincas Borba

    Quincas Borba

    Machado de Assis

    2020 · 319 págs.

    “Machado de Assis apresenta aqui um retrato irônico da sociedade carioca do Segundo Reinado, com personagens que evocam o determinismo e a crítica social presentes em O Cortiço. O livro explora a ascensão e queda de Rubião, mostrando como o meio e as circunstâncias moldam o caráter.”

    Neste livro, o leitor acompanha a saga do anti-herói Policarpo Quaresma, chamado de major, embora não o seja. Homem de grande dignidade e valores inquebrantáveis, Quaresma é um ufanista convicto, vendo superioridade brasileira em qualquer tipo de comparação que se faça com estrangeiros. Seu idealismo o faz ser alvo de escárnio e perseguição na sociedade em que vive.

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Perguntas frequentes

Sobre esta lista

Quais livros são parecidos com O Cortiço?
O Mulato (Aluísio Azevedo), Memórias de um sargento de milícias (Manuel Antônio de Almeida), A Normalista (Adolfo Caminha), O Ateneu (Raul Pompéia), Vidas Secas (Graciliano Ramos), Quincas Borba (Machado de Assis). São 6 indicações do motor de recomendação do nextread, cada uma com o porquê de ler depois de O Cortiço.
Por que ler O Mulato depois de O Cortiço?
Outra obra fundamental de Aluísio Azevedo, O Mulato aborda o preconceito racial e a hipocrisia social no Maranhão do século XIX. Assim como em O Cortiço, o autor usa o Naturalismo para denunciar injustiças e explorar os instintos humanos, oferecendo uma leitura densa e provocadora.
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