Memórias Póstumas de Brás Cubas
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Se você se encantou com a ironia mordaz e a estrutura inovadora de 'Memórias Póstumas de Brás Cubas', vai adorar estes livros que exploram a complexidade humana com humor, crítica social e experimentalismo narrativo. De clássicos brasileiros a obras internacionais, cada recomendação carrega um pouco do espírito machadiano.
Nesta lista: 1. Dom Casmurro 2. O cortiço 3. Memórias de um sargento de milícias 4. A morte de Ivan Ilitch 5. O triste fim de Policarpo Quaresma 6. O Ateneu
Memórias Póstumas de Brás Cubas
**Memórias póstumas de Brás Cubas** é um romance escrito por Machado de Assis, desenvolvido em princípio como folhetim, de março a dezembro de 1880, na Revista Brasileira, para, no ano seguinte, ser publicado como livro, pela então Tipografia Nacional como Memorias Posthumas de Braz Cubas. O livro tem como marcas um tom cáustico e novo estilo na obra de Machado de Assis, bem como audácia e inovação temática no cenário literário nacional, que o fez receber, à época, resenhas estranhadas. Confe...
As recomendações
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“Do mesmo autor, mas com uma abordagem distinta, este romance explora o ciúme e a dúvida através do narrador Bentinho. A ironia e a ambuiguidade presentes na obra ecoam o estilo de Brás Cubas, mantendo o leitor questionando a realidade até o fim.”
A stunning novel by one of Brazil's greatest writers. Like other great 19th-century novels, Machado de Assis's DOM CASMURRO explores the themes of marriage and adultery. But what distinguishes Machado's novel from the realism of its contemporaries, and what makes it such a delightful discovery for English-speaking readers, is its eccentric and wildly unpredictable narrative style--a literary genius of the rarest kind.
“Um retrato cru do Brasil do século XIX, com personagens movidos por instintos e interesses. O narrador observa a vida coletiva com um olhar crítico e naturalista, similar à sátira social de Machado, mas com um tom mais direto e menos irônico.”
Rio de Janeiro, século XIX. Se esse cenário lhe traz à mente reis, princesas e bondes, prepare-se para mergulhar em um retrato diferente da sociedade brasileira naquela época, composto de inúmeros personagens que, juntos, representam não apenas as mazelas sociais, mas também mostram até onde a vileza humana é capaz de chegar.
“Este romance picaresco narra as aventuras de Leonardo, um malandro carioca, com humor e crítica social. A estrutura episódica e a irreverência lembram a liberdade narrativa de Brás Cubas, oferecendo um panorama da sociedade do período.”
Quando o Brasil ainda estava sob as barbas do Império e as ruas do Rio de Janeiro eram tomadas por lamentos e comemorações de toda natureza, nascia, numa esquina qualquer, uma figura incendiária: o malandro. Eram os anos de 1852 e 1853 quando começou a surgir — aos poucos, em folhetins — uma obra que não apenas marcaria a literatura brasileira, mas se firmaria como um dos grandes símbolos antimoralismo do país. Era o Rio no tempo do rei, afinal de contas, mas nem só de pompa e circunstância se faz uma cidade. Memórias de um sargento de milícias é uma história de pessoas simples, cercadas de alegrias e desventuras. Na contramão do romantismo do século XIX, o romance expõe ângulos da sociedade até então nunca explorados tão intimamente: num ato corajoso para o padrão da época, as miudezas da vida cotidiana passam a ser vistas sob lentes de aumento, despidas de qualquer idealização, compondo um inquieto retrato de um Rio de Janeiro do passado. A edição da Antofágica conta com mais de 50 artes de Manuela Navas. O compositor e escritor Nei Lopes escreve uma apresentação sobre sua trajetória pessoal não apenas com o livro, mas com a cidade do Rio de Janeiro. Nos posfácios, Giovanna Dealtry, doutora em Letras pela PUC-Rio e professora do Instituto de Letras da UERJ, constrói um panorama sobre as dinâmicas narrativas e sobre o conceito de malandragem, e o escritor Sérgio Rodrigues discorre sobre a eterna juventude de Memórias de um sargento de milícias. Gabriela Mayer, jornalista e crítica literária, nos oferece um ensaio sobre as correlações entre literatura e o jornalismo, ofício primeiro de Manuel Antônio de Almeida. O QR Code na cinta direciona a duas videoaulas disponíveis no YouTube com Vinicius Barbosa, é mestre em História pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e idealizador do @latinaleitura nas redes sociais..
“Tolstói explora a vida medíocre e a tomada de consciência diante da morte com uma profundidade psicológica. O tom reflexivo e a crítica à burguesia ressoam com o pessimismo machadiano, embora com uma abordagem mais séria e menos irônica.”
A Morte de Ivan Ilitch, de Liev Tolstói, é uma novela profunda e impactante sobre a finitude da vida e o vazio da existência guiada apenas por convenções sociais. A obra acompanha Ivan Ilitch, um juiz bem-sucedido que, ao ser acometido por uma doença grave, passa a confrontar o medo da morte e a questionar o sentido de suas escolhas, relações e valores. Com escrita direta e intensa, Tolstói expõe a hipocrisia social, a solidão do sofrimento humano e a possibilidade de redenção interior diante do fim inevitável. Trata-se de um clássico atemporal, reflexivo e profundamente humano.
“Um retrato satírico do nacionalismo e da burocracia no Brasil. O protagonista ingênuo e suas desventuras têm a mesma veia crítica de Machado, mas com um olhar mais suburbano e uma indignação mais explícita.”
Quando morre o filósofo louco Quincas Borba, ele deixa ao ingênuo amigo Rubião a totalidade de suas posses, com uma única condição: Rubião deve cuidar de seu cachorro, que também se chama Quincas Borba, e que poderia ter assumido o alma do filósofo morto. Rico, Rubião segue então para o Rio de Janeiro e mergulha em um mundo onde fantasia e realidade se tornam cada vez mais difíceis de se separar. Ao lado de Memórias póstumas de Brás Cubas e Dom Casmurro, Quincas Borba contribui para gravar o nome de Machado de Assis no panteão da literatura universal.
“Narrado em primeira pessoa, com um tom memorialista e impressionista, evoca a subjetividade de Brás Cubas. A crítica à educação e à hipocrisia social é envolta em uma prosa poética e por vezes sarcástica.”
Publicado pela primeira vez em 1888, o livro conta a história de Sérgio, menino que é enviado para um colégio interno renomado da cidade do Rio de Janeiro, denominado Ateneu. Comandado pelo diretor Aristarco, o colégio mantém regras rígidas e princípios da aristocracia da época. A obra critica a sociedade brasileira do fi nal do século XIX, tomando como metáfora o colégio Ateneu, lugar onde vence sempre o mais forte.
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