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O que ler depois de Memórias Póstumas de Brás Cubas

6 livros parecidos com Memórias Póstumas de Brás Cubas, escolhidos pelo motor de recomendação do nextread.

Se você se encantou com a ironia mordaz e a estrutura inovadora de 'Memórias Póstumas de Brás Cubas', vai adorar estes livros que exploram a complexidade humana com humor, crítica social e experimentalismo narrativo. De clássicos brasileiros a obras internacionais, cada recomendação carrega um pouco do espírito machadiano.

Nesta lista: 1. Dom Casmurro 2. O cortiço 3. Memórias de um sargento de milícias 4. A morte de Ivan Ilitch 5. O triste fim de Policarpo Quaresma 6. O Ateneu

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A partir deste livro
Capa de Memórias Póstumas de Brás Cubas

Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis

2019 · Romance brasileiro

Sobre Memórias Póstumas de Brás Cubas

**Memórias póstumas de Brás Cubas** é um romance escrito por Machado de Assis, desenvolvido em princípio como folhetim, de março a dezembro de 1880, na Revista Brasileira, para, no ano seguinte, ser publicado como livro, pela então Tipografia Nacional como Memorias Posthumas de Braz Cubas. O livro tem como marcas um tom cáustico e novo estilo na obra de Machado de Assis, bem como audácia e inovação temática no cenário literário nacional, que o fez receber, à época, resenhas estranhadas. Confe...

As recomendações

6 livros parecidos com Memórias Póstumas de Brás Cubas

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  1. Capa de Dom Casmurro

    Dom Casmurro

    Machado de Assis

    1991 · 287 págs.

    “Do mesmo autor, mas com uma abordagem distinta, este romance explora o ciúme e a dúvida através do narrador Bentinho. A ironia e a ambuiguidade presentes na obra ecoam o estilo de Brás Cubas, mantendo o leitor questionando a realidade até o fim.”

    A stunning novel by one of Brazil's greatest writers. Like other great 19th-century novels, Machado de Assis's DOM CASMURRO explores the themes of marriage and adultery. But what distinguishes Machado's novel from the realism of its contemporaries, and what makes it such a delightful discovery for English-speaking readers, is its eccentric and wildly unpredictable narrative style--a literary genius of the rarest kind.

  2. Capa de O cortiço

    O cortiço

    Aluísio Azevedo

    2015 · 352 págs.

    “Um retrato cru do Brasil do século XIX, com personagens movidos por instintos e interesses. O narrador observa a vida coletiva com um olhar crítico e naturalista, similar à sátira social de Machado, mas com um tom mais direto e menos irônico.”

    Rio de Janeiro, século XIX. Se esse cenário lhe traz à mente reis, princesas e bondes, prepare-se para mergulhar em um retrato diferente da sociedade brasileira naquela época, composto de inúmeros personagens que, juntos, representam não apenas as mazelas sociais, mas também mostram até onde a vileza humana é capaz de chegar.

  3. Capa de Memórias de um sargento de milícias

    Memórias de um sargento de milícias

    Manuel Antônio de Almeida

    2024 · 273 págs.

    “Este romance picaresco narra as aventuras de Leonardo, um malandro carioca, com humor e crítica social. A estrutura episódica e a irreverência lembram a liberdade narrativa de Brás Cubas, oferecendo um panorama da sociedade do período.”

    Quando o Brasil ainda estava sob as barbas do Império e as ruas do Rio de Janeiro eram tomadas por lamentos e comemorações de toda natureza, nascia, numa esquina qualquer, uma figura incendiária: o malandro. Eram os anos de 1852 e 1853 quando começou a surgir — aos poucos, em folhetins — uma obra que não apenas marcaria a literatura brasileira, mas se firmaria como um dos grandes símbolos antimoralismo do país. Era o Rio no tempo do rei, afinal de contas, mas nem só de pompa e circunstância se faz uma cidade. Memórias de um sargento de milícias é uma história de pessoas simples, cercadas de alegrias e desventuras. Na contramão do romantismo do século XIX, o romance expõe ângulos da sociedade até então nunca explorados tão intimamente: num ato corajoso para o padrão da época, as miudezas da vida cotidiana passam a ser vistas sob lentes de aumento, despidas de qualquer idealização, compondo um inquieto retrato de um Rio de Janeiro do passado. A edição da Antofágica conta com mais de 50 artes de Manuela Navas. O compositor e escritor Nei Lopes escreve uma apresentação sobre sua trajetória pessoal não apenas com o livro, mas com a cidade do Rio de Janeiro. Nos posfácios, Giovanna Dealtry, doutora em Letras pela PUC-Rio e professora do Instituto de Letras da UERJ, constrói um panorama sobre as dinâmicas narrativas e sobre o conceito de malandragem, e o escritor Sérgio Rodrigues discorre sobre a eterna juventude de Memórias de um sargento de milícias. Gabriela Mayer, jornalista e crítica literária, nos oferece um ensaio sobre as correlações entre literatura e o jornalismo, ofício primeiro de Manuel Antônio de Almeida. O QR Code na cinta direciona a duas videoaulas disponíveis no YouTube com Vinicius Barbosa, é mestre em História pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e idealizador do @latinaleitura nas redes sociais..

  4. Capa de A morte de Ivan Ilitch

    A morte de Ivan Ilitch

    Liev Tolstói

    2026 · 64 págs.

    “Tolstói explora a vida medíocre e a tomada de consciência diante da morte com uma profundidade psicológica. O tom reflexivo e a crítica à burguesia ressoam com o pessimismo machadiano, embora com uma abordagem mais séria e menos irônica.”

    A Morte de Ivan Ilitch, de Liev Tolstói, é uma novela profunda e impactante sobre a finitude da vida e o vazio da existência guiada apenas por convenções sociais. A obra acompanha Ivan Ilitch, um juiz bem-sucedido que, ao ser acometido por uma doença grave, passa a confrontar o medo da morte e a questionar o sentido de suas escolhas, relações e valores. Com escrita direta e intensa, Tolstói expõe a hipocrisia social, a solidão do sofrimento humano e a possibilidade de redenção interior diante do fim inevitável. Trata-se de um clássico atemporal, reflexivo e profundamente humano.

  5. Capa de O triste fim de Policarpo Quaresma

    O triste fim de Policarpo Quaresma

    Lima Barreto

    2020 · 247 págs.

    “Um retrato satírico do nacionalismo e da burocracia no Brasil. O protagonista ingênuo e suas desventuras têm a mesma veia crítica de Machado, mas com um olhar mais suburbano e uma indignação mais explícita.”

    Quando morre o filósofo louco Quincas Borba, ele deixa ao ingênuo amigo Rubião a totalidade de suas posses, com uma única condição: Rubião deve cuidar de seu cachorro, que também se chama Quincas Borba, e que poderia ter assumido o alma do filósofo morto. Rico, Rubião segue então para o Rio de Janeiro e mergulha em um mundo onde fantasia e realidade se tornam cada vez mais difíceis de se separar. Ao lado de Memórias póstumas de Brás Cubas e Dom Casmurro, Quincas Borba contribui para gravar o nome de Machado de Assis no panteão da literatura universal.

  6. Capa de O Ateneu

    O Ateneu

    Raul Pompéia

    2014 · 184 págs.

    “Narrado em primeira pessoa, com um tom memorialista e impressionista, evoca a subjetividade de Brás Cubas. A crítica à educação e à hipocrisia social é envolta em uma prosa poética e por vezes sarcástica.”

    Publicado pela primeira vez em 1888, o livro conta a história de Sérgio, menino que é enviado para um colégio interno renomado da cidade do Rio de Janeiro, denominado Ateneu. Comandado pelo diretor Aristarco, o colégio mantém regras rígidas e princípios da aristocracia da época. A obra critica a sociedade brasileira do fi nal do século XIX, tomando como metáfora o colégio Ateneu, lugar onde vence sempre o mais forte.

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Perguntas frequentes

Sobre esta lista

Quais livros são parecidos com Memórias Póstumas de Brás Cubas?
Dom Casmurro (Machado de Assis), O cortiço (Aluísio Azevedo), Memórias de um sargento de milícias (Manuel Antônio de Almeida), A morte de Ivan Ilitch (Liev Tolstói), O triste fim de Policarpo Quaresma (Lima Barreto), O Ateneu (Raul Pompéia). São 6 indicações do motor de recomendação do nextread, cada uma com o porquê de ler depois de Memórias Póstumas de Brás Cubas.
Por que ler Dom Casmurro depois de Memórias Póstumas de Brás Cubas?
Do mesmo autor, mas com uma abordagem distinta, este romance explora o ciúme e a dúvida através do narrador Bentinho. A ironia e a ambuiguidade presentes na obra ecoam o estilo de Brás Cubas, mantendo o leitor questionando a realidade até o fim.
Quais são os outros livros de Machado de Assis?
Entre os livros de Machado de Assis estão Memórias Póstumas de Brás Cubas, Dom Casmurro, Quincas Borba, Esaú e Jacó. A página Livros de Machado de Assis no nextread reúne as obras com sinopse e onde comprar.

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