Ainda Estou Aqui
Recomendações do nextread
6 livros parecidos com Ainda Estou Aqui, escolhidos pelo motor de recomendação do nextread.
Ainda Estou Aqui, de Marcelo Rubens Paiva, é uma memória comovente sobre a luta de sua mãe, Eunice Paiva, para reconstruir a família após o desaparecimento do marido durante a ditadura militar. A partir dessa obra, reunimos livros que exploram a memória, a resistência e o cotidiano sob regimes autoritários, com diferentes vozes e estilos.
Nesta lista: 1. A resistência 2. O que é isso, companheiro? 3. Batismo de sangue 4. A ditadura envergonhada 5. 1968: O ano que não terminou 6. Memórias póstumas de Brás Cubas
Ainda Estou Aqui
Trinta e cinco anos depois de Feliz ano velho, Marcelo Rubens Paiva traça uma história dramática da luta de sua família pela verdade. O livro que deu origem ao filme estrelado pela vencedora do Globo de Ouro Fernanda Torres e indicado a 3 categorias do Oscar 2025, incluindo Melhor filme. Eunice Paiva é uma mulher de muitas vidas. Casada com o deputado Rubens Paiva, esteve ao seu lado quando foi cassado e exilado, em 1964. Mãe de cinco filhos, passou a criá-los sozinha quando, em 1971, o marid...
As recomendações
Como Associado Amazon, o nextread ganha com compras qualificadas.
“Neste romance, Fuks investiga o desaparecimento de um irmão durante a ditadura argentina e a herança do trauma na família. A narrativa íntima e fragmentada ecoa a busca de Marcelo Rubens Paiva por entender o passado e as ausências.”
Prémio Literário José Saramago 2017 * Prémio Jabuti 2016 (categoria Romance) Uma obra que explora magistralmente os temas da identidade, da família e do sentimento de pertença, pela mão de uma das mais promissoras vozes da literatura brasileira contemporânea. Plano Nacional de Leitura Literatura - 15-18 anos O ano de 1976, na Argentina, ficou marcado pelo início da ditadura militar, de que resultaram, entre muitos outros horrores, centenas de crianças desaparecidas. Na sequência do golpe militar, um jovem casal de psicanalistas decide deixar as trincheiras da Resistência e exilar-se no Brasil, levando consigo uma criança que adoptaram entretanto. Em terras brasileiras, o primogénito adoptado ganha irmãos. À medida que a família cresce, complicam-se as relações e adensa-se o mistério da identidade do primeiro filho. Cabe a Sebastián, o filho mais novo do casal e narrador desta história, tentar compreender e reconstruir o passado da família para poder reescrever o seu futuro. Numa poderosa autoficção, Julián Fuks reconstrói a história íntima de uma família e de um país. Uma narrativa singular e engenhosa, em que emoção e inteligência andam de mãos dadas, em que facto e ficção não são exactamente o que aparentam. «Não sei bem se escolhi meu tema ou se fui escolhido por ele. Muito antes de arriscar a primeira linha já sabia que um dia teria que escrever este livro, já ouvia os sussurros da história, já compreendia que tarefa era a minha.» Julián Fuks Sobre A resistência: «Um objeto narrativo dos mais sólidos, que não procura ser invasivo ou indiscreto, mas acima de tudo intenta resistir ao que nos devasta: o esquecimento, a alienação e a inobservância do outro e de si.» Estadão «O narrador aprendeu com a psicanálise que a resistência pode ser o lugar onde emerge o que não se quer admitir ou enxergar. Daí a necessidade de não ceder diante dela. Ali, justamente, é onde se deve insistir. A literatura muitas vezes é a forma dessa insistência. Mas poderíamos pensar que a literatura também resiste: ela reproduz modelos identitários, reforça posições familiares, cristalizando relatos de si. (...) O irmão é o leitor que se imagina e se teme. O leitor que se enfrenta, corajosamente, como resistência ao silêncio.» O Globo «É com o seu Sebastián-Julián, 'narrador não confiável', no limite entre realidade e ficção, história e memória, que Fuks encontra na literatura a sua morada.» Folha de São Paulo «Essa presença evasiva e escorregadia do irmão, que resiste ao apelo familiar, uma resistência pela imobilidade, como nos dirá Sebástian, o narrador do romance, pode muito bem nos remeter ao irmão alemão de Chico Buarque, que também se torna um pretexto familiar para figurar um drama que transcende esse universo e toca os dedos na ferida ainda aberta de uma das mais violentas décadas da América Latina.» Valor Econômico
“Memória política de Gabeira sobre sua participação na luta armada e o sequestro do embaixador americano, seguido de exílio e tortura. É um testemunho direto que complementa a perspectiva familiar e pessoal de Paiva.”
Quase quarenta anos depois da publicação de sua primeira edição, O que é isso, companheiro?, que foi adaptado por Bruno Barreto para o cinema em 1997, continua sendo um dos mais contundentes documentos históricos já produzidos acerca do período militar. Publicado pela primeira vez em 1979, O que é isso, companheiro? conquistou um lugar de destaque na categoria dos livros que melhor retratam um dos períodos mais obscuros da história brasileira: a ditadura militar. Documento histórico – esta seria a melhor maneira de classificar a narrativa que Fernando Gabeira empreende para nos contar, em primeira pessoa, como jovens guerrilheiros, em 1969, conseguiram realizar a mais espetacular proeza de um grupo de esquerda: o sequestro do embaixador americano. O então jornalista recém-saído do Jornal do Brasil e seus companheiros de organização "trocaram" a vida do embaixador pela libertação de 15 presos políticos. Heróis? Vilões? Loucos? Inconsequentes? A vitalidade deste livro, sua permanência e sua importância residem no fato de que seu autor nunca esteve alheio às contradições de sua geração. Nas páginas deste contundente, emocionante e, por vezes, irônico relato, somos confrontados com nossos próprios fantasmas. Será que somos tão diferentes assim do que foi Fernando Gabeira? Aos 75 anos, ele segue sua jornada, contando e refletindo sobre a história do nosso país. A coragem de admitir que precisamos nos reinventar a cada dia na construção de um mundo melhor e mais democrático continua sendo uma de suas qualidades mais marcantes. Aos que resistem a isso, cabe-nos apenas perguntar: O que é isso, companheiro?
“Relato de Frei Betto sobre a repressão aos frades dominicanos e a tortura sob a ditadura, incluindo o envolvimento com Carlos Marighella. Traz outra faceta da resistência e da violência estatal que marcou a mesma época.”
Lançado originalmente em 1982, Batismo de sangue ganhou o prêmio Jabuti na categoria de melhor livro de memórias, foi traduzido para o francês e o italiano e é hoje considerado um dos clássicos da literatura brasileira no século XX. Frei Betto traça o perfil político de Carlos Marighella e narra os episódios em torno de sua morte, fala da participação dos frades dominicanos no movimento guerrilheiro, de seus tempos na clandestinidade, de sua atuação no "esquema de fronteira" – retirando perseguidos políticos do país –, e nos abre o dossiê completo de Frei Tito, o religioso brasileiro que se tornou símbolo internacional da tortura no Brasil. Esta nova edição, revista e ampliada, traz fatos e nomes que foram omitidos nas edições anteriores, lançadas sob o regime militar. Frei Betto revela quem era o homem que, num Mercedes-Benz, conduzia Marighella pelas ruas de São Paulo, com quem o líder revolucionário esteve pouco antes de morrer, qual a verdadeira identidade de todos aqueles que fugiram do país pelo "esquema de fronteira" e de quem foi a ideia de sequestrar o embaixador norte-americano, em 1969. Batismo de sangue é um livro fundamental acerca da história dos anos de chumbo, escrito por um de seus destacados protagonistas.
“Primeiro volume da série de Gaspari, esta obra reconstrói os bastidores do golpe e do início da ditadura com rigor jornalístico. Ajuda a contextualizar o desaparecimento de Rubens Paiva e as engrenagens do regime.”
Relata o golpe militar de 1964 no Brasil, a luta pelo poder na ditadura militar, a criação do SNI e os bastidores da elaboração dos primeiros atos institucionais até o AI 5.
“Crônica definitiva sobre as manifestações estudantis, a repressão e o AI-5 no Brasil. O livro captura o clima de efervescência e medo que antecedeu o desaparecimento de Rubens Paiva.”
50 anos de rebeldia, 30 anos de um livro clássico. Edição especial com prefácio inédito do autor e caderno de fotos. Neste clássico da não ficção nacional que já vendeu mais de 300 mil exemplares, o jornalista e romancista Zuenir Ventura conta, com a urgência das grandes reportagens e com a sofisticação da alta literatura, como transcorreu no Brasil o ano que, através do mundo, iria se tornar lendário por conta de manifestações estudantis contra o sistema. O famoso Maio de 1968 começou com dois meses de antecedência no Brasil. Mais precisamente em 28 de março, quando a PM invadiu o restaurante estudantil Calabouço, no centro do Rio de Janeiro, e matou Edson Luis Lima Souto, de 18 anos, com um tiro à queima-roupa no peito. A reação da sociedade civil à truculência da ditadura militar, no enterro acompanhado por 50 mil pessoas e na famosa Passeata dos Cem Mil, realizada em junho, estabeleceu a rota de colisão que culminaria com a decretação do nefando Ato Institucional no 5 no dia 13 de dezembro daquele ano tornado mitológico. A partir dali, não haveria mais a encenação de democracia que vigorara desde o golpe de 1964: o governo do general Arthur da Costa e Silva deteria nas mãos todos os poderes e não se furtaria a usá-los, fosse cassando, exilando, prendendo ou até matando de forma clandestina. Vinte e um anos se passariam até que um presidente civil eleito democraticamente chegasse ao Palácio do Planalto – Fernando Collor de Mello, que também democraticamente, em 1992, seria impedido de governar pelo Congresso, acusado de corrupção – e a normalidade fosse restaurada na vida nacional.
“Clássico narrado por um defunto, que ironiza a sociedade brasileira e a vaidade humana. A ousadia formal e o olhar crítico sobre a memória influenciaram gerações, incluindo a literatura de testemunho.”
Escrito em 1880 em folhetins, este clássico da literatura brasileira é considerado o precursor do Realismo. Se você não cismar de sofrer com a língua que é diferente do português que a gente usa hoje em dia, vai se divertir a valer com essa história narrada por um personagem morto que, de seu túmulo, se dirige aos leitores para criticar a sociedade da época. Nesta edição especial você tem o texto integral acompanhado de explicações e links bem espertos que o ajudarão a compreender melhor a trama, diferentes estilos de ilustrações e um encarte com o mapa dos personagens para você lembrar quem é quem no romance de Machado de Assis.
Sua próxima estante
No nextread você guarda o que quer ler, marca o que terminou e recebe recomendações pensadas para os livros que você já leu.
Montar minha estante grátisGrátis. Sem cartão de crédito.
Perguntas frequentes