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O que ler depois de A Vida Invisível de Eurídice Gusmão

5 livros parecidos com A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, escolhidos pelo motor de recomendação do nextread.

A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, de Martha Batalha, é um romance delicioso que narra a vida de uma mulher comum no Rio de Janeiro dos anos 1950, revelando as pequenas revoluções do cotidiano feminino e as amarras sociais da época. As recomendações a seguir exploram temas como o papel da mulher na sociedade, as relações familiares, o humor e a crítica social, sempre com sensibilidade e talento narrativo.

Nesta lista: 1. O peso do pássaro morto 2. O coração é um caçador solitário 3. Tudo é rio 4. O filho de mil homens 5. O quarto de Giovanni

A partir deste livro
Capa de A Vida Invisível de Eurídice Gusmão

A Vida Invisível de Eurídice Gusmão

Martha Batalha

2016 · 192 págs. · Fiction / Literary

Sobre A Vida Invisível de Eurídice Gusmão

Feito raro para um romance de estreia, este livro é festejado internacionalmente antes de chegar às livrarias brasileiras, com os direitos já vendidos para mais de dez editoras estrangeiras. Rio de Janeiro, anos 1940. Guida Gusmão desaparece da casa dos pais sem deixar notícias, enquanto sua irmã Eurídice se torna uma dona de casa exemplar. Mas nenhuma das duas parece feliz em suas escolhas. A trajetória das irmãs Gusmão em muito se assemelha com a de inúmeras mulheres nascidas no Rio de Janei...

As recomendações

5 livros parecidos com A Vida Invisível de Eurídice Gusmão

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  1. Capa de O peso do pássaro morto

    O peso do pássaro morto

    Aline Bei

    2025 · 243 págs.

    “Assim como Eurídice, a protagonista de 'O Peso do Pássaro Morto' enfrenta as expectativas sociais e as perdas que moldam sua existência. A narrativa poética e fragmentada de Aline Bei aborda a resiliência feminina e a solidão, criando uma conexão emocional profunda com o leitor, em um tom que mistura melancolia e força.”

    Romance de estreia de Aline Bei, O peso do pássaro morto narra a história de uma mulher dos 8 aos 52 anos — uma vida marcada por renúncias, perdas, traumas e sofrimentos. Esta nova edição inclui posfácio inédito de Marcelino Freire. A protagonista deste livro não tem nome. Aos oito anos, ela tem um corpo que brinca, sonha e ama. Tem pais que se preocupam com ela. Tem uma melhor amiga com quem se diverte durante os intervalos da escola. Tem como vizinhos uma senhora querida que cozinha o melhor pudim do mundo e um enigmático benzedeiro de óculos escuros que cura tudo em um passe de mágica. Tem, sobretudo, um futuro repleto de possibilidades pela frente. Porém, uma série de acontecimentos lhe ensina muito cedo sua falta de controle diante da imprevisibilidade da morte. Brutais e implacáveis, essas perdas logo passam a fazer parte de quem ela é. Anos mais tarde, com as cicatrizes dos traumas de infância inscritas no corpo, a protagonista é vítima de uma violência que mais uma vez a mudará para sempre. Em meio a muitas dores, mas também a pequenos momentos de delicadeza, essa mulher amadurece tentando entender seu lugar em um mundo — que parece relembrá-la, em igual medida, de sua fragilidade e de sua força. Publicado pela primeira vez em 2017, O peso do pássaro morto se tornou um dos maiores fenômenos da literatura contemporânea, e se destaca por seu estilo híbrido entre a prosa e a poesia. Nessa estreia arrebatadora, Aline Bei faz uma investigação universal da existência humana, de nossa busca por afeto e de como os nossos sofrimentos — nem sempre nomeáveis — nos tornam quem somos. "Nesta obra, todos aqueles que, em suas solidões, temem a morte, encontrarão o que há de mais indelével na existência: perceber-se humano ao sentir o peso que o outro suporta. Uma escrita que nos permite experienciar diversas maneiras de se findar — como um ensaio, como a pele que testa a quentura da água — pela escolha de continuar lendo, e sentindo, a beleza de chorar as dores de uma personagem. Aline Bei, aqui, nos entrega seu legado." — Jarid Arraes " O peso do pássaro morto é um marco da ficção contemporânea brasileira. Aline Bei constrói a leveza e o peso de viver por meio de uma linguagem exuberante. Uma narrativa magistral sobre a perda, a solidão e a passagem do tempo." — Jeferson Tenório

  2. Capa de O coração é um caçador solitário

    O coração é um caçador solitário

    Carson McCullers

    2022 · 431 págs.

    “Neste clássico, a autora americana retrata a solidão e a incomunicabilidade em uma pequena cidade, com foco em personagens marginalizadas, incluindo mulheres que sonham com uma vida diferente. A atmosfera introspectiva e a crítica social lembram o universo de Batalha, embora em tom mais sombrio.”

    Um dos melhores romances americanos do século XX, obra de autora de apenas 23 anos cria retrato profundamente humano de personagens desajustados Obra de estreia de Carson McCullers, O coração é um caçador solitário (1940) é um mosaico de personagens que pulsam profunda humanidade em seus desajustes. O romance causou impacto imediato na crítica ao reconstruir a vida de uma pequena cidade do sul dos Estados Unidos às vésperas da eclosão da Segunda Guerra Mundial. A figura central é um trabalhador surdo, John Singer, com quem os outros personagens estabelecem conexões afetivas. Em torno de Singer gravitam Mick, uma adolescente andrógena, apaixonada por música; um médico negro, Benedict Copeland, bravo defensor da justiça para seu povo; Biff Brannon, dono de um café onde se reúnem as pessoas da vizinhança; e um frequentador beberrão, Jake Blount, revoltado com as injustiças do mundo. Na rede sutil tecida por McCullers encontramos o retrato do Sul marcado pelo racismo, em paralelo às notícias das atrocidades cometidas pelo nazismo. O escritor negro do Mississippi Richard Wright observou que McCullers foi quem criou pela primeira vez, entre os escritores brancos, personagens negros com profundidade.

  3. Capa de Tudo é rio

    Tudo é rio

    Carla Madeira

    2021 · 210 págs.

    “A história de Dalva e Venâncio, marcada por paixão, culpa e recomeços, dialoga com os dilemas de Eurídice: a busca por realização pessoal e as consequências das escolhas. A prosa lírica e intensa de Carla Madeira oferece uma experiência de leitura igualmente marcante.”

    Dalva e Venâncio viviam um amor arrebatador até o ciúme doentio dele provocar a tragédia que destruiu a família. Anos depois, Lucy — prostituta de sensualidade que desconcerta a cidade — cruza o caminho do casal, formando um triângulo em que culpa, desejo e perdão se misturam. Na estreia de Carla Madeira, ternura e brutalidade se alternam para mostrar que a vida, como o rio, sempre encontra seu curso.

    O que ler depois de Tudo é rio →
  4. Capa de O filho de mil homens

    O filho de mil homens

    Valter Hugo Mãe

    2024 · 197 págs.

    “Este romance, ambientado em Portugal, aborda a construção de uma família não convencional e a necessidade humana de afeto e pertencimento. A prosa poética e a sensibilidade para narrar a vida de pessoas comuns ecoam o estilo de Martha Batalha, que também ilumina os laços que criamos ao longo da vida.”

    Quinto romance de Valter Hugo Mãe, O filho de mil homens ganha novo projeto gráfico Em breve, a obra será adaptada pela Netflix, em um longa estrelado por Rodrigo Santoro O filho de mil homens , um dos romances mais celebrados de Valter Hugo Mãe, ganha uma edição especial com nova capa e pintura trilateral. Aclamado pela sensibilidade que é marca do autor, o livro conta com prefácio assinado pelo escritor Alberto Manguel e ganhará as telas pela Netflix, com Rodrigo Santoro no papel principal. Na narrativa, acompanhamos Crisóstomo, um pescador solitário que, ao completar quarenta anos, decide tecer seu próprio destino. Em Camilo, um jovem órfão, ele encontra o filho pelo qual sempre ansiou. Em Isaura, rejeitada por não ser virgem, descobre a chance de transcender e ser mais do que completo. Com personagens tão excêntricos quanto humanos, Valter Hugo Mãe constrói uma ode à singularidade e à força do amor incondicional. A história apaixonada de Crisóstomo é um convite para abraçar a estranheza que nos torna únicos e celebrar a capacidade do amor de preencher nossos vazios mais profundos.

  5. Capa de O quarto de Giovanni

    O quarto de Giovanni

    James Baldwin

    2018 · 196 págs.

    “Neste clássico da literatura, Baldwin explora as complexidades do desejo e da identidade em Paris, com personagens que desafiam normas sociais. A crítica às convenções e a profundidade psicológica fazem paralelo com a trajetória de Eurídice, que também questiona o papel imposto às mulheres.”

    Em O quarto de Giovanni, clássico moderno da literatura gay esgotado no Brasil há décadas, James Baldwin narra o encontro de um americano e um italiano em Paris. Lançado em 1956, o segundo romance de James Baldwin é uma obra-prima da literatura americana. Com pinceladas autobiográficas, o livro trata de uma relação bissexual ao acompanhar David, um jovem americano em Paris à espera de sua namorada, Hella, que por sua vez está na Espanha. Enquanto ela pondera se deve ou não se casar com David, ele conhece Giovanni, um garçom italiano por quem se apaixona. Se em O sol também se levanta Ernest Hemingway retrata um grupo de americanos em uma Paris boêmia e fervilhante, O quarto de Giovanni explora, na mesma cidade, as agruras de personagens que enfrentam o vazio existencial ao perceber a fragilidade dos laços e as frustrações de seus desejos. Com tradução de Paulo Henriques Britto, o livro inclui apresentação de Colm Tóibín e posfácio de Hélio Menezes.

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Perguntas frequentes

Sobre esta lista

Quais livros são parecidos com A Vida Invisível de Eurídice Gusmão?
O peso do pássaro morto (Aline Bei), O coração é um caçador solitário (Carson McCullers), Tudo é rio (Carla Madeira), O filho de mil homens (Valter Hugo Mãe), O quarto de Giovanni (James Baldwin). São 5 indicações do motor de recomendação do nextread, cada uma com o porquê de ler depois de A Vida Invisível de Eurídice Gusmão.
Por que ler O peso do pássaro morto depois de A Vida Invisível de Eurídice Gusmão?
Assim como Eurídice, a protagonista de 'O Peso do Pássaro Morto' enfrenta as expectativas sociais e as perdas que moldam sua existência. A narrativa poética e fragmentada de Aline Bei aborda a resiliência feminina e a solidão, criando uma conexão emocional profunda com o leitor, em um tom que mistura melancolia e força.
Como escolher o próximo livro depois de A Vida Invisível de Eurídice Gusmão?
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