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O que ler depois de A Metamorfose

6 livros parecidos com A Metamorfose, escolhidos pelo motor de recomendação do nextread.

A Metamorfose, de Franz Kafka, narra a transformação de Gregor Samsa em um inseto e a consequente alienação familiar, tornando-se um marco do absurdo e da angústia existencial. A partir dessa obra, reunimos romances e contos que exploram a burocracia opressiva, o isolamento do indivíduo e o surrealismo cotidiano, todos com edições brasileiras publicadas. As sugestões incluem desde clássicos do existencialismo até distopias e experimentos formais que dialogam com o universo kafkiano.

Nesta lista: 1. O processo 2. A náusea 3. O muro 4. Admirável mundo novo 5. Nós 6. Bartleby, o escrivão

A partir deste livro
Capa de A Metamorfose

A Metamorfose

seguido de O Veredicto

Franz Kafka

2001 · 144 págs. · Fiction / General

Sobre A Metamorfose

Ao amanhecer um dia transformado em um inseto gigante, Gregor Samsa viu sua vida e a de sua família se tornar um pesadelo absurdo e interminável. Escrita em 1912, "A metamorfose" é a história mais conhecida e estudada de Franz Kafka (1883-1924), que retratou como ninguém a perplexidade do ser humano diante de um mundo cada vez mais injusto e sem sentido. Sua obra é tão importante que Heinz Politzer, um conceituado comentarista de Kafka, chegou a escrever: "Depois da metamorfose de Gregor Samsa,...

As recomendações

6 livros parecidos com A Metamorfose

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  1. Capa de O processo

    O processo

    Franz Kafka

    2020 · 233 págs.

    “Romance inacabado de Kafka que acompanha Josef K., um homem acusado por um crime nunca revelado, preso em um sistema judicial labiríntico. A obra aprofunda a burocracia opressiva e a culpa inexplicável já presentes em A Metamorfose. É a outra obra-prima do autor que melhor representa a condição kafkiana.”

    Um dos principais romances de Franz Kafka, O processo foi publicado pela primeira vez em 1925, ano seguinte à morte do autor. A obra foi editada por Max Brod, que foi guardião dos manuscritos do escritor tcheco por intermédio de seu testamento. Neste livro, Kafka lança o leitor mais uma vez em uma realidade absurda, na qual um bancário se vê envolvido em um processo judicial inexplicável. Em seu aniversário de 30 anos, Josef K. é surpreendido por dois guardas logo que acorda. Após os homens tomarem o café que deveria ser dele, comunicam-no que está preso, embora não lhe deem motivo algum para isso. Sem saber quem o denunciou nem o motivo de sua prisão, ele luta contra autoridades que o ameaçam e o chantageiam, embora nunca apresentem o embasamento legal da investigação. O processo , ao lado de A metamorfose , é uma demonstração inequívoca da potência literária de Franz Kafka. Um romance que não soa datado mesmo um século depois de sua publicação original.

  2. Capa de A náusea

    A náusea

    Jean-Paul Sartre

    2026 · 244 págs.

    “Antoine Roquentin sente uma náusea existencial ao perceber a contingência e o absurdo da existência. Assim como Gregor, ele enfrenta a estranheza do mundo e de si mesmo. O romance fundador do existencialismo francês tem edição brasileira pela Nova Fronteira.”

    A náusea é o primeiro romance de Jean-Paul Sartre, considerado pela crítica e pelo próprio autor o mais perfeito de sua sempre inquieta e inovadora carreira. O protagonista desta história é o intelectual pequeno-burguês Antoine Roquentin, símbolo de uma geração que descobre, horrorizada, a ausência de sentido da vida. Em um diário, o personagem passa, então, a catalogar impiedosamente todos os seus sentimentos, que culminam em uma sensação penetrante e avassaladora: a náusea. Publicado pela primeira vez em 1938, o livro foi um marco na ficção existencialista e é até hoje um dos textos mais famosos da literatura francesa do século XX. Esta edição conta com prefácio inédito de Caio Liudvik, pós-doutor em Filosofia e autor de Sartre e o pensamento mítico.

  3. Capa de O muro

    O muro

    Jean-Paul Sartre

    2026 · 220 págs.

    “Coletânea de contos que inclui 'O Muro', 'O Quarto' e 'A Infância de um Chefe', todos explorando a liberdade, a angústia e a alienação. O tom claustrofóbico e filosófico dialoga diretamente com a obra de Kafka. Publicado no Brasil pela Nova Fronteira.”

    Produzidos às vésperas da Segunda Guerra Mundial, enquanto Jean-Paul Sartre assistia ao colapso do mundo que conhecia, os cinco contos de O muro são algumas das melhores representações literárias do pensamento existencialista do escritor e filósofo francês. Dando título ao livro, a primeira história nos põe ao lado de três prisioneiros à beira da execução. Somos, então, confrontados com os sentimentos, reflexões e inquietações dos confinados. As outras narrativas, sem jamais abandonar uma profunda ironia, seguem nos empurrando a situações-limite do corpo e da alma para refletir sobre questões como liberdade, subjetividade, propósito, finitude e os paradoxos da existência.

  4. Capa de Admirável mundo novo

    Admirável mundo novo

    Aldous Huxley

    2022 · 308 págs.

    “Distopia que retrata uma sociedade controlada pela tecnologia e pelo condicionamento genético, onde a individualidade é suprimida. O romance questiona o que significa ser humano em um sistema que elimina o sofrimento e a liberdade. Edição brasileira pela Globo Livros.”

    Admirável mundo novo ganha nova tradução e edição especial comemorativa de 90 anos Para celebrar os 90 anos da primeira publicação, o livro de Aldous Huxley ganha uma edição de luxo em capa dura com projeto gráfico especial e nova tradução do especialista em ficção-científica, Fabio Fernandes. Além disso, a publicação conta com dois textos extras, um assinado por Ursula K. Le Guin, escritora e admiradora confessa deste livro e de seu autor, e o outro de Samir Machado de Machado, escritor gaúcho, que conta a história das obras de Aldous Huxley e de Admirável mundo novo no Brasil, desde sua primeira edição por aqui. Em uma sociedade organizada segundo princípios estritamente científicos, Bernard Marx, um psicólogo, sente-se inadequado quando se compara aos outros seres de sua casta. Ao descobrir uma “reserva histórica” que preserva costumes de uma sociedade anterior – muito semelhante a do leitor – Bernard vai perceber as diferenças entre este mundo e o seu – e a partir de um sentimento de inconformismo, ele desafiará o mundo. O romance distópico de Aldous Huxley é, certamente, um clássico moderno e indispensável para quem busca leituras sobre autoritarismo, manipulação genética, ficção especulativa e outros temas que se tornam a cada dia mais urgentes. Muitas das previsões do autor vieram a ser confirmadas anos mais tarde, como a tecnologia reprodutiva, as supostas técnicas de aprendizado durante o sono e a manipulação pelo condicionamento psicológico. Ao lado de obras como Fahrenheit 451, de Ray Bradbury e 1984, de George Orwell, que criticavam os governos totalitários de esquerda e de direita, Admirável mundo novo figura na lista dos livros mais relevantes e influentes de todos os tempos. O clássico de Huxley não é somente um hábil exercício de futurismo ou de ficção científica, mas um olhar acerca do autoritarismo no mundo desde que o livro foi publicado, em 1932, e que continua a nos assombrar.

  5. Capa de Nós

    Nós

    Ievguêni Zamiátin

    2017 · 300 págs.

    “Romance distópico que inspirou Orwell e Huxley, descrevendo uma sociedade completamente racionalizada onde os cidadãos são números. A perda da individualidade e a rebelião impossível ecoam a situação de Gregor Samsa. Edição brasileira pela Aleph.”

    Escrita nos anos 1920, Nós é a distopia original que inspirou grandes clássicos do gênero, como Admirável mundo novo, 1984, Laranja mecânica e Fahrenheit 451. A obra conta com texto traduzido direto do russo, uma resenha de George Orwell e uma comovente carta enviada por Zamiátin a Stálin. Em nome de um suposto bem coletivo, um governo totalitário priva a população de direitos fundamentais como livre-arbítrio, individualidade e liberdade de expressão. Chamado de Estado Único, esse regime cria uma sociedade completamente mecanizada e lógica, em que os horários de trabalho, de lazer, das refeições e até do sexo são extremamente regulados. Um mundo onde as pessoas não possuem nome, mas um número. D-503, um engenheiro que vive pleno e feliz — segundo os ditames do grandioso Estado Único —, começa a duvidar das próprias convicções ao conhecer uma mulher misteriosa que comete a ousadia de burlar as regras impostas, e que mostra a ele uma outra forma de enxergar a sociedade. Escrita nos anos 1920, Nós é a distopia original que inspirou grandes clássicos do gênero, como Admirável mundo novo, 1984, Laranja mecânica e Fahrenheit 451. Além do texto brilhante de Ievguêni Zamiátin, esta edição inclui uma resenha do livro escrita por George Orwell e uma comovente carta do autor a Stálin, na qual pede autorização para deixar a União Soviética em razão da censura política às suas publicações.

  6. Capa de Bartleby, o escrivão

    Bartleby, o escrivão

    Herman Melville

    2023 · 106 págs.

    “Bartleby, um escrivão que simplesmente 'prefere não' realizar suas tarefas, encarna a resistência passiva e o isolamento. Sua recusa em se adequar ao mundo do trabalho ressoa com a alienação de Gregor. Edição brasileira pela L&PM.”

    Eu poderia te contar sobre Bartleby, mas prefiro não. Anti-herói dos tempos modernos, o comportamento de Bartleby provoca reações de repulsa e indignação – não por aquilo que faz, mas pelo que se recusa a fazer. Bartleby não gosta de trabalhar: não toma café ou se obriga a ser produtivo. Mas tampouco gosta de sair para se divertir – não bebe cerveja ou puxa assunto com quem quer que seja. Bartleby é, acima de tudo, um homem de aspecto terrivelmente sedado. Publicado em 1853, Bartleby é uma obra breve de repercussão retumbante. Através da melancolia paralisante do protagonista, Herman Melville tece uma densa crítica à desumanização dos modos de produção vigentes. Desconectado de tudo o que é humano, Bartleby tem como única missão na vida copiar mecanicamente e sem erros documentos que servem apenas para multiplicar a riqueza alheia. A edição da Antofágica foi integralmente datilografada por Letícia Lopes, que realizou intervenções artísticas que refletem o trabalho monótono e repetitivo do copista. O multiartista Nuno Ramos coloca-se de frente à parede de tijolos para escrever seu posfácio, e José Garcez Ghirardi nos conduz para o exterior da repartição para melhor compreender esse autor que dominou das formas breves às mais extensas. Antônio Xerxenesky escreve um texto a respeito de Bartleby enquanto alegoria para uma sociedade adoecida pelo trabalho. A apresentação – útil na sua inutilidade – é de Manuela Cantuária, roteirista e escritora. EXTRA: Ao escanear o QR Code da cinta, o leitor tem acesso a duas videoaulas sobre o livro com José Garcez Ghirardi, doutor em Letras pela USP e professor de Direito da FGV-SP

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Perguntas frequentes

Sobre esta lista

Quais livros são parecidos com A Metamorfose?
O processo (Franz Kafka), A náusea (Jean-Paul Sartre), O muro (Jean-Paul Sartre), Admirável mundo novo (Aldous Huxley), Nós (Ievguêni Zamiátin), Bartleby, o escrivão (Herman Melville). São 6 indicações do motor de recomendação do nextread, cada uma com o porquê de ler depois de A Metamorfose.
Por que ler O processo depois de A Metamorfose?
Romance inacabado de Kafka que acompanha Josef K., um homem acusado por um crime nunca revelado, preso em um sistema judicial labiríntico. A obra aprofunda a burocracia opressiva e a culpa inexplicável já presentes em A Metamorfose. É a outra obra-prima do autor que melhor representa a condição kafkiana.
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